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Psicóloga · CRP 06/175958 · Jardim Popular, Zona Leste de SP
Terapia para síndrome do pânico em São Paulo
Uma crise de pânico chega sem aviso e deixa marca: depois dela vem o medo de ter outra. Na terapia, você entende o que está acontecendo no corpo e na cabeça e, aos poucos, deixa de organizar a vida em torno desse medo. Atendo no Jardim Popular, Zona Leste de São Paulo, e on-line.
- Psicóloga CRP 06/175958
- Sigilo profissional
- Consultório e on-line
Síndrome do pânico
Como a síndrome do pânico aparece
Ter uma crise de pânico não significa ter síndrome do pânico. Na CID-11, da Organização Mundial da Saúde, o transtorno de pânico envolve crises que se repetem sem um gatilho claro e uma preocupação constante com a próxima, que muitas vezes leva a evitar lugares e situações.
Crises inesperadas
Coração disparado, falta de ar, tremor, tontura e medo de morrer ou de enlouquecer, tudo de uma vez.
Medo da próxima crise
A preocupação com a próxima crise ocupa a cabeça mesmo nos dias tranquilos.
Evitação
Deixar de pegar metrô, dirigir, ir ao mercado ou sair sozinho com medo de passar mal.
Exames sem explicação
Idas ao pronto-socorro e exames que voltam normais, mas o medo continua.
Como os sintomas se parecem com problemas do coração, a avaliação médica vem primeiro.
Psicoterapia
Como a psicoterapia ajuda no pânico
Diretrizes de saúde, como a do NICE, órgão de saúde pública do Reino Unido, indicam a terapia cognitivo-comportamental como o tratamento psicológico de escolha para o transtorno de pânico. Na prática, a gente entende o ciclo do pânico, você aprende a reagir às sensações do corpo sem entrar em alarme e, aos poucos, volta aos lugares que passou a evitar.
Quando for preciso medicação, o acompanhamento médico caminha junto. O ritmo é seu, e não dá para prever prazo.
O que trabalhamos na terapia
- Entender o ciclo do pânico e o que o mantém
- Lidar com as sensações do corpo sem entrar em alarme
- Respiração lenta e outros recursos para a hora da crise
- Voltar aos poucos aos lugares evitados
- Usar a hipnoterapia como recurso auxiliar, quando indicada
Passo a passo
Como funciona a terapia
Um processo transparente, do primeiro contato ao acompanhamento.
Primeiro contato
Você me manda uma mensagem pelo WhatsApp ou pelo formulário, e eu respondo suas dúvidas sobre o atendimento.
Primeira sessão
Conversamos sobre o que você está vivendo e o que gostaria que mudasse.
Plano em conjunto
Combinamos os objetivos, a frequência das sessões e se a hipnoterapia entra ou não.
Acompanhamento
De tempos em tempos olhamos juntos para o caminho e ajustamos o que for preciso.
Dúvidas
Perguntas frequentes sobre síndrome do pânico
Crise de pânico e crise de ansiedade são a mesma coisa?
Muita gente usa os dois nomes para o mesmo tipo de episódio. A diferença está no padrão: na síndrome do pânico, as crises se repetem, muitas vezes sem motivo aparente, e o medo da próxima passa a mudar a rotina.
Vou precisar de remédio?
Quem avalia é o médico. Terapia e medicação podem andar juntas, e nunca vale parar um remédio por conta própria.
A hipnoterapia ajuda no pânico?
Pode entrar como recurso auxiliar, dentro da terapia e depois da avaliação. Ela não substitui o trabalho com as situações que você passou a evitar.
Estou tendo uma crise agora. O que faço?
Este site não faz atendimento de urgência. Ligue 188 (CVV, gratuito, 24 horas) ou 192 (SAMU), ou procure o pronto-socorro mais próximo.
Contato
Atendimento no Jardim Popular, Zona Leste de São Paulo
Consultório em R. Copo de Leite, 22 – Sala 2 – Jardim Popular, São Paulo – SP, 03670-050. Também atendo on-line para todo o Brasil.
Outros atendimentos
Este site não oferece atendimento de urgência. Em situação de crise, ligue 188 (CVV) ou 192 (SAMU).
Referências
- Organização Mundial da Saúde. CID-11, 6B01: transtorno de pânico.
- National Institute for Health and Care Excellence (NICE). Generalised anxiety disorder and panic disorder in adults: management (CG113).
- Conselho Federal de Psicologia. Resolução CFP nº 13/2000: hipnose como recurso auxiliar do psicólogo.